:: devaneios do gustavo ::

adeus mundo real, ops, cruel

Apr 10
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Dia do coelhinho

De olhos vermelhos, (O bicho tava doidão)
De pêlo branquinho, (Deve ser coroa também)
De pulo bem leve, (boiola!)
Eu sou o coelhinho, (diz ser manhoso)
Sou muito assustado, (uuuuuuuuh…. nooossa!)
Porém sou guloso, (Huuun aih tem)
Por uma cenoura… (assumiu…)
Já fico manhoso (definitivamente boiola)
Eu pulo pra frente, eu pulo pra trás (versos altamente eróticos)
Dou 1000 cambalhotas (Kama Sutra)
Sou forte demais! (pit-boy)
Comi uma cenoura (assumiu messssmo)
Com casca e tudo (Com proteção pelo menos)
Tão grande ela era… (aff…)
Fiquei barrigudo!!! (Aaaaaaahhh bom… era coelha!!!)
Feliz páscoa!

Apr 09
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Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo!
ai Deus, e u é?

Ai flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs comigo!
ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado,
aquel que mentiu do que mi há jurado!
ai Deus, e u é?”
 
D. Diniz
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Soneto da Alvorada

No bar dos desolados eu bebi
Deixando a mágoa minha embriagada
Ao som das alvas aves da alvorada
À tênue luz disforme enfim dormi

Que venha o sonho ébrio maquilado
Tirar-me essa miséria em que jazi
De tudo quanto é chaga que sofri
Ser bálsamo e veneno derramado

Reclino-me em silêncio e em torpor
Só mesmo um vagabundo pra sonhar
Mas lê estes três versos por favor

De todo mal o tempo irá curar
A dor é inerente a todo amor
Que todos outra vez irão amar

Eric Velten de Melo

Apr 08
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Nada puedes enseñar a un hombre; sólo ayudarle a encontrarlo por sí mismo (author?)